Uma seca revelou um barco de 2 mil anos no lago onde Jesus andou sobre as águas

Em 1986, uma seca baixou tanto o nível do Mar da Galileia que deixou à mostra um trecho novo de praia na margem noroeste. Dois irmãos pescadores do kibutz Ginosar, Moshe e Yuval Lufan, foram examinar a areia e acharam os restos de um barco de madeira. A escavação durou 12 dias e 12 noites (Wikipedia).
A datação por carbono aponta para o ano 40 a.C., com margem de 80 anos para mais ou para menos. A cerâmica e os pregos encontrados dentro dele indicam algo entre 50 a.C. e 50 d.C. Ou seja: o barco é da época em que se passam os Evangelhos. Ninguém sabe quem navegou nele, mas o apelido pegou, e ele ficou conhecido no mundo inteiro como o "barco de Jesus".
Um barco de pesca de 2 mil anos
Era um barco de pesca de 8,2 metros de comprimento por 2,3 de largura, montado com dez tipos diferentes de madeira. Tinha lugar para quatro remadores e um mastro, para que os pescadores também pudessem navegar à vela.
Para ser preservado, o casco passou 12 anos mergulhado num banho de cera antes de poder ser exibido. Hoje está no museu Yigal Allon, no próprio kibutz Ginosar, à beira do lago.
E há uma coincidência bonita nessa história. Segundo o Evangelho, os primeiros discípulos também eram dois irmãos pescadores daquele lago: Simão, chamado Pedro, e André, que Jesus viu lançando as redes (Mateus 4,18). Quase dois mil anos depois, foram outros dois irmãos pescadores que devolveram ao mundo um barco daquele tempo.
O lago que não é mar
Apesar do nome, o Mar da Galileia é um lago de água doce, com cerca de 21 quilômetros de comprimento por 13 de largura, também chamado de lago de Tiberíades, de Genesaré ou de Kinneret. E fica entre 209 e 215 metros abaixo do nível do mar: é o lago de água doce mais baixo da Terra e o segundo lago mais baixo do mundo, atrás apenas do Mar Morto (Wikipedia).
É nele que se passam algumas das cenas mais conhecidas dos Evangelhos. E foi numa das suas madrugadas que aconteceu a mais pintada de todas.
O que o Evangelho conta
No capítulo 14 de Mateus, os discípulos atravessam o lago de barco, com o vento contra. "Alta madrugada, Jesus dirigiu-se a eles, andando sobre o lago" (Mateus 14,25). A nota da tradução explica o horário: é a quarta vigília da noite, entre 3 e 6 da manhã. Ou seja, a cena acontece com o dia nascendo.
Pedro pede para ir ao encontro dele. "Venha", responde Jesus, e Pedro sai do barco e anda sobre as águas (Mateus 14,29). Mas se assusta com o vento, começa a afundar e é segurado pela mão: "Homem de pequena fé, por que você duvidou?" (Mateus 14,31).
Poucas passagens juntam tão bem medo e confiança numa imagem só: o barco sacudido, o vento, o discípulo que dá o primeiro passo e a mão estendida na hora do afundamento. É a história de qualquer pessoa que já precisou atravessar uma fase difícil, e é por isso que ela aparece tanto na parede de casa.
Jesus no Caminho das Águas, o lançamento
O Jesus no Caminho das Águas, novo lançamento da galeria, pinta exatamente esse instante. O sol nasce baixo e dourado entre as montanhas. Jesus, de túnica branca e de costas para quem olha, caminha sobre o lago com a mão estendida em direção ao barco dos discípulos, pequeno, lá ao fundo, de mastro alto. As ondas em volta dos seus pés são pintadas em camadas grossas de azul, branco e ouro, com textura de óleo sobre tela e pinceladas bem visíveis.
O formato é panorâmico, na proporção de uma cédula, e vai do Médio 68x34 ao Ultra Gigante 170x85. A cena se espalha de ponta a ponta, como o horizonte do lago.
A Coleção Minimalista do Vicent de Lucca
Quem prefere a mesma fé em tons mais calmos tem outro lançamento recente, o Jesus e o Leão de Judá, da Coleção Minimalista, do artista Vicent de Lucca. Jesus está de pé à beira de um lago parado, e um leão bebe água a seu lado, entre árvores floridas de branco e montanhas cobertas de névoa. Já contamos aqui por que o leão virou símbolo de Jesus.
Da mesma coleção, O Pastor da Paz é um dos quadros de fé mais procurados da galeria: Jesus, de costas, caminha por um campo verde em direção às ovelhas que pastam sob uma árvore em flor, ao lado de um riacho.
Onde pendurar um quadro de Jesus
Na sala de jantar ou na sala de estar. O panorâmico do Jesus no Caminho das Águas acompanha o aparador, o buffet ou o sofá. O ideal é que ocupe cerca de dois terços da largura do móvel, com 15 a 25 cm entre o tampo e a moldura.
No quarto. Acima da cabeceira, o Ultra Gigante 170x85 ocupa a parede como uma janela aberta para o lago. Quem prefere algo mais leve tem a Coleção Minimalista, em formato mais próximo do quadrado, que vai bem acima da cômoda.
Acabamento. Os três saem em canvas, com moldura interna, moldura de filete branca, moldura Prisma com vidro ou em metacrilato. Nas fotos dá para comparar: a moldura Prisma realça o dourado do amanhecer, e a filete branca da Coleção Minimalista acompanha a paleta clara.
Mais imagens de fé estão na seção de quadros religiosos. Veja abaixo as obras que mais saem da nossa fábrica e encontre a sua.






