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Michelangelo assinou só uma obra na vida, e depois se arrependeu

Warley Soares
Warley Soares
Galerista da QuadrosDecorativos.com · 20 de setembro de 2026 · 4 min de leitura
Michelangelo assinou só uma obra na vida, e depois se arrependeu

Na Basílica de São Pedro, no Vaticano, está a única obra que Michelangelo assinou na vida. É a Pietà, a escultura em que Maria segura o corpo de Jesus no colo, esculpida em mármore de Carrara entre 1498 e 1499. A assinatura está numa faixa que atravessa o peito de Maria: MICHÆLANGELVS BONAROTVS FLORENTINVS FACIEBAT, algo como "Michelangelo Buonarroti, florentino, fazia" (Wikipedia).

Quando terminou a obra, ele tinha 24 anos (Wikipedia). E, segundo o pintor e biógrafo Giorgio Vasari, se arrependeu de ter gravado o nome ali.

Por que Michelangelo assinou a Pietà

A história é contada por Vasari. Pouco depois de a escultura ser instalada, Michelangelo ouviu alguém dizer que ela era obra de outro escultor, Cristoforo Solari. A resposta foi gravar o próprio nome em pleno peito de Maria.

Vasari conta também que, mais tarde, Michelangelo se arrependeu daquele acesso de orgulho e jurou nunca mais assinar uma obra das suas mãos. Cumpriu: nenhuma outra peça dele traz assinatura.

Um cardeal francês e um bloco de mármore

A Pietà foi encomendada em novembro de 1497 pelo cardeal francês Jean Bilhères de Lagraulas, e o contrato foi fechado em agosto de 1498. A peça mede 174 por 195 centímetros e está até hoje na basílica.

Um detalhe sempre chamou a atenção: Maria parece jovem demais para segurar um filho adulto. Questionado sobre isso, Michelangelo teria respondido que as mulheres castas conservam o frescor por muito mais tempo, e mais ainda a Virgem.

Os 15 golpes de martelo

Em 21 de maio de 1972, domingo de Pentecostes, um homem atacou a Pietà com um martelo de geólogo. Foram 15 golpes: o braço de Maria foi partido na altura do cotovelo, o nariz foi lascado e uma das pálpebras ficou danificada. O agressor era Laszlo Toth, um australiano nascido na Hungria.

Depois do ataque, a escultura passou a ficar atrás de um painel de vidro acrílico à prova de balas, trocado por um novo em novembro de 2024. Quem visita o Vaticano hoje vê a Pietà através do vidro.

O Legado de Cristo, agora em escultura

A galeria acaba de ganhar a sua primeira escultura de Cristo. O O Legado de Cristo Scultura, do artista Gonzalez, é um busto de Jesus em facetas, como uma pedra lapidada, todo em branco. Os olhos estão fechados. A coroa de espinhos e o Sagrado Coração, com a chama no alto e os espinhos em volta, são dourados e também facetados.

A base preta traz, impressas, cenas da vida de Jesus, como o nascimento e a Santa Ceia. É uma peça de volume de verdade, acabada e pintada à mão, com relevo por todos os lados. Não pendura: fica de pé sobre a própria base e chega montada. Mede 27x27x27 cm, ou 27x27x30 cm com a redoma de acrílico opcional, que protege da poeira sem esconder nada.

E aqui a história volta ao começo. Michelangelo precisou gravar o nome no peito de Maria para ninguém duvidar de quem tinha feito a Pietà. Cada escultura da galeria chega com certificado de autenticidade, numerado e registrado.

O Legado de Cristo Scultura, de Gonzalez, busto branco de Jesus com coroa de espinhos dourada, sob redoma de acrílico, sobre mesa redonda ao lado de uma mulher
Detalhe do Sagrado Coração dourado e facetado, com chama e espinhos, na escultura O Legado de Cristo Detalhe da base preta da escultura O Legado de Cristo, com cenas da vida de Jesus impressas
O Legado de Cristo Scultura: o busto em facetas, o Sagrado Coração dourado e a base com cenas do Evangelho.

O Legado de Cristo na parede

A escultura leva o nome de um dos quadros religiosos mais procurados da galeria, também do Gonzalez. No O Legado de Cristo, o rosto de Jesus aparece de perfil, de olhos baixos, com o Calvário e suas três cruzes junto aos cabelos. Abaixo, dentro da própria silhueta, se espalham cenas do Evangelho, do nascimento à Santa Ceia, sobre um fundo de faixas de cor em ocre, laranja e azul.

Na mesma linha, O Legado de Cristo – Monte Divino coloca as três cruzes no alto do monte, a entrada do túmulo logo abaixo e, descendo pela tela, outros momentos da vida de Jesus. Os dois saem do Médio 64x48 ao Ultra GG 172x129.

Quadro O Legado de Cristo, de Gonzalez, rosto de Jesus de perfil com cenas do Evangelho, acima de sofá claro na sala
Quadro O Legado de Cristo acima de poltrona e mesa lateral com abajur Quadro O Legado de Cristo Monte Divino, de Gonzalez, com as três cruzes no alto do monte e cenas da vida de Jesus
O Legado de Cristo e, à direita, Monte Divino.

A linha Scultura também tem a Deusa Themis Scultura, do Le Roux, com a venda dourada, a balança e a espada, e a Disciplina, Execução e Foco Scultura, do Benoit, com o leão, o lobo e a águia em dourado.

Onde colocar uma escultura religiosa

No aparador, com o quadro na parede. A combinação mais bonita é a mais simples: o quadro O Legado de Cristo na parede e a escultura no aparador logo abaixo. Deixe de 15 a 25 cm entre o tampo e a moldura. Tem mais ideias no nosso guia de como decorar o aparador.

Na estante. Com 27 cm de lado, a escultura cabe numa prateleira funda e vira o centro dela. Deixe espaço livre em volta para a peça respirar.

No escritório ou no consultório. Sobre a mesa lateral ou o balcão da recepção, é a fé à vista sem precisar de parede.

Com ou sem redoma. A redoma de acrílico vale para lugares de passagem, casas com criança ou pet e para quem não quer tirar pó toda semana.

Meça antes. Como toda peça de volume, a escultura ocupa largura, profundidade e altura. Confira as três medidas no lugar escolhido.

Mais imagens de fé estão na seção de quadros religiosos. Veja abaixo as obras que mais saem da nossa fábrica e encontre a sua.

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